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Aquela carta que nunca vou te enviar...

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Foi legal ter alguém como você. Exatamente como você. Poder sentar-se à mesa de um bar, falar sobre a vida sem filtro. Trocar ideias, histórias e experiências. Falar de sonhos, desejos, futuro. Tudo isso com olhar atento e cuidadoso. Será que foi aí que me iludi? Se sentir segura hoje em dia é coisa rara. E apesar de tudo, era o que eu pensava quando estava com você – lugar seguro. Posso dizer o que eu quiser, sem julgamentos, sem medo. Será que foi aí que eu errei? E mesmo depois de trocar no campo das ideias, na hora de falar com o corpo era sempre intenso. Bom, interessante, vivaz. O desejo sempre esteve presente, mesmo depois das descobertas mais malucas. E era quente. Gostoso. A gente brincava de se satisfazer. Foi aí que eu me perdi. Achei que fosse diferente. Achei que eu poderia confiar no que eu sentia, no que meus olhos viam quando cruzavam os seus. Mas ao invés de rio, era garrafa de água do lado da cama. Fazer carinho na barba e seguir a linha das suas marcas. Des...
É assim com todo mundo ou só eu tenho mais facilidade em lembrar as coisas ruins do que as boas??? Me perguntaram sobre um processo que funcionou. Posso citar com detalhes todos os problemas que tivemos em diversos processos... Mas... O que funcionou?? Isso sumiu da minha memória! Fué

Sobre mim

Não sou do tipo que se incomoda fácil. Me adapto, me moldo. Mas existem duas expressões que me deixam maluca, que me tiram do sério : "Pra sempre" e "nunca mais". A mesmice me sufoca :(

A mulher

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Eu era a garotinha que jogava bola na rua. Ria. Me divertia. Ficava brava quando uma mulher chata que eu não conhecia passava pra atrapalhar o jogo. E a gente tinha que parar tudo até que ela passasse, com salto alto, quase acabando com a brincadeira. Daí ontem eu estava voltando do trabalho. E estava de salto. E tinham algumas crianças jogando bola na rua. E elas riam e se divertiam. Daí eu era a mulher chata que eles não conheciam e passava pra atrapalhar o jogo. E eles tiveram que parar tudo até que eu passasse, com salto alto, quase acabando com a brincadeira. Então eu passei. Um deles chutou a bola. O outro gritou: Olha a mulher!!! Aí eu percebi que era de mim que eles estavam falando. Flashback na cabeça e lágrimas nos olhos. Lembrei das promessas que fiz pra mim mesma. Dos sonhos que aos poucos abandonei no caminho. De como eu era e de como sou agora. Pensei em tudo, tudinho. Fiquei triste. Fim!

Da janela

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Da Janela vejo a rua, vejo os carros que por ela passam. Vejo o transito se formar e em seguida se desfazer, como mágica. Vejo ônibus, carros, caminhos. Vejo gente o tempo todo. Vejo os pássaros voando entre as arvores, vejo o vento balançar os galhos e levar as folhas. Vejo o Sol a Lua, vejo as nuvens e chuva, vejo que o tempo esfriou ou esquentou bem aqui da janela. Vejo tudo. E ai esta o grande problema: vejo tudo. E apenas vejo. Não sinto, não escuto, não sou influenciado pela mudança de temperatura, ou pelo clarear e escurecer do céu. Estou sempre aqui, 25C e luz constante.   Não sinto o calor do dia nem o frio da noite. Não sinto o vento, que leva as folhas, em meu rosto. Não escuto o canto dos pássaros nem a conversa das pessoas. Não escuto o barulho dos carros e sua buzinas. Não sinto nem escuto nada. É como se eu existisse e não vivesse. É como se eu não estivesse aqui. Como se nem os carros, nem as pessoas, nem o vento, nem as folhas existissem de verdade, ...
Estou em constante aprendizado. Acho que isso é a característica principal que diferencia a raça humana das demais: a capacidade de extrair das situações uma lição. Com sorte, levarei essa e outras lições como tesouro pela vida. Aprendi (e embora isso seja assustador) a pouco tempo, que tudo o que você dá, um dia volta, de alguma forma. Outro dia, um colega de trabalho me fez um favor. Eu agradeci e prometi um chocolate como recompensa. A resposta dele foi: "fica tranquila, um dia também vou precisar de você". Uma frase tão simples e que significa tanto! Se nós pudéssemos entender todo o significado disso o mundo com certeza seria um lugar melhor. Nós vivemos em uma sociedade, somos todos iguais. Independente de quem estamos falando, certamente vamos precisar do outro em algum momento.  E vamos combinar... gentileza deixa a vida tão mais leve! Coisas simples como dar lugar para alguém ...

Tempo

Corre, voa. Tempo. Não há tempo! Depressa, tem que ser agora. Já. Vai logo... Já foi? Tá demorando demais! O tempo é curto. Tempo é dinheiro. Corre, corre! Acelera. Pisa fundo! Mais rápido. Agita. Mas porquê? Para quê? Se temos uma vida inteira pela frente, para que pular etapas, antecipar as coisa? A surpresa é tão agradável! Porque ceder à correria de todo mundo se o que importa é a qualidade e não a quantidade de coisas que você faz na vida? A qualidade do que você faz DA vida. E é tão bom quando as coisas vão num ritmo mais lento. Aqueles segundos em que você olha para alguém que te olha de volta e não desvia. A gargalhada gostosa de um bebê. Deitar na grama e olhar para o céu. O que paga isso? Poder gastar o tempo, devagar, é a melhor coisa que se pode fazer. “Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu...” EC 3:1
Uma frase e tudo volta a fazer sentido. Você entende o que está acontecendo. Você entende que isso vai passar. Um sussurro de Deus aos seus ouvidos, te explicando o que está acontecendo, porquê está acontecendo e quando vai parar. Uma frase e o mundo muda. Uma frase e a motivação volta. A curiosidade volta. A vida volta. Eu sou dramática, não adianta tentar me mudar.   “Uma flecha só pode ser lançada se antes for puxada para trás. Quando a vida arrastar você para trás com dificuldades, significa que ela está te lançando para algo fantástico” #quevenha!

E quando tudo muda?

Depois de séculos (mentira, foi só um ano e pouco) me pego lendo o que escrevi por aqui. Sinto falta do tempo. Tempo livre para escrever, para pensar. Tempo para refletir no tempo que já foi e no tempo que me resta. A vida é assim, começa calma como uma marolinha. E cresce! Aumenta, ganha força, fica grande. Daí você surfa, “tira onda”... Fica em pé na prancha, curte o vento no rosto, a emoção da liberdade. Quando acha que está no topo, “na crista da onda”, o mar te surpreende. A intensidade e a velocidade aumentam, você precisa prestar atenção, se concentrar, ter cuidado! O vento fica mais forte, castiga! O que era apenas uma brisa, vira um vendaval! E então, duas opções surgem à sua frente: Você pode simplesmente se entregar, deixar o mar te engolir, se perder no meio das ondas, tentar apenas não se machucar, abrir mão do controle e esperar para ver o que acontece. Torcer pelo melhor, na esperança de sair vivo do meio do mar. Ou pode manter o equilíbrio, retroceder, rep...
Opa... sem assunto pro post, de novo. Sinto que para escrever tenho uma necessidade: me sentir intensa. Tem que estar tudo borbulhando na cabeça, pra depois ir pro papel. Porque o que escrevo é o meu coração. Porque para controlar sentimentos e atitudes preciso escrever. Porque quando tento falar tudo sai um pouco atravessado.  E aí, só pra me organizar, escrevo. Queria que as pessoas "assunto" dos meus posts viessem aqui, lessem e me perguntassem porque aquilo tudo... ah, queria, né?!

E agora, josé?

E aí você chega naquele momento onde aparece um ponto de interrogação na sua frente. Eu estou nesse momento. A escola já foi a muito tempo. O diploma da graduação já está na mão. A época do estágio se foi junto com a faculdade. O namoro bobinho agora já é quase casamento. Será que posso dizer que sou adulta? Que peso! Que forte... Que medo. E com isso, aquela vida que você evitou o tempo todo bate a sua porta. Agora já não parece ruim. Eu quero! Hey vida, que grande peça você me pregou.... Detesto um tipo de pensamento que está cada vez mais perto de mim. E percebo que o antigo ruim na verdade é atraente. Engraçado como nossa visão muda. Agora acho bobo o que achava legal e amo o que achava chato. Vejo sonhos antigos tomando forma e estou pronta pro adeus aos conceitos que me prendiam longe desses sonhos... Abro as asas e deixo o vento do futuro me levar! E não. Isso não muda o que eu sou. Isso me acrescenta. Prazer! Sou a Simair... Sou tudo que era, e agora um pouco mais!
Pensamentos. Choro engasgado. Pensamentos. Sonhos, planos. Pensamentos. Mudança. Pensamentos. Mais mudanças. Pensamentos. Questionamentos. Pensamentos. Sentimentos. Pensamentos. Ilusão. Pensamentos. Choro engasgado. Pensamentos. Riso Frouxo. Pensamentos... Ah, pra quê tantos pensamentos? No fim, acaba por acontecer o que tem que acontecer. Pensar ajuda, mas só muda alguma coisa se você puder colocar esses pensamentos em prática. E quando não dá? E quando não pode? E quando não entendem? Hora de parar de pensar e começar a sentir. ♪ Nada como dia após dia, uma noite... um mês. Os velhos olhos vermelhos voltaram de vez ♪

why?

'And I'm so sick of love songs, so sad and slow. So why can't I turn off the radio?'

Mais um...

Essa semana, no curso de inglês, lemos um conto do Sherlock Holmes. Detetive, sabe? E me peguei pensando em um dos meus maiores defeitos. Como vocês sabem, falo muito mais dos meus defeitos do que das minhas qualidades aqui... Prefiro sorrir com as pessoas e desabafar com meu blog. Vai entender?! Como dizem por aí, é cada qual com o seu cada qual. rs Mas voltando ao assunto desse post, as vezes me pego investigando. As vezes não. Sempre! É muito mais forte que eu! Investigo minha vida, meus amigos, meu passado, meu presente, meu futuro. É como se fosse um instinto de sobrevivência, sabe como é? É como se eu tivesse que me prevenir de descobertas futuras, fazendo-as agora. É como se eu quisesse conhecer o meu final feliz antes dele acontecer. É como se eu tivesse que saber do final para me sentir bem comigo mesma, mesmo que o final seja ainda mais dramático que eu. Daí sofro por antecedência. Aí sofro pelas possibilidades. Aí choro sozinha, e venho aqui pro blog, abandonado a tanto te...
Tô de saco cheio. S-A-C-O      C-H-E-I-O. Obrigada!

Simples assim...?

É demais... A maioria dos meus problemas é demais... Como assim? Simples demais... Explicar-me-ei! É acreditar demais. é confiar demais, é falar demais... É querer demais, esperar demais... Sonhar demais! viu, que simples?! Só pra aproveitar o post.... Se quer que seja especial, que não seja com todo mundo! Uma frase, um toque, um gesto só são especiais se forem únicos. Não quero dizer que não é verdadeiro, mas a partir do momento que deixa de ser único, perde o brilho, não faz mais sentido, pelo menos pra mim. Não sou a dona da verdade nem aquela que tem toda a razão. Mas quero que saibam que é assim que penso. Ponto final.

Vida de corintiana

Esses dias tava aqui, pensando. Eu devo ter nascido pra ser corintiana, não é possível! Vida de maloqueira e sofredora... hahahaha Ok, que me desculpem os corintianos, mas vou fazer o que devo fazer com esse blog: desabafar! PéloamordeDeus, alguém me explica como tantas coisas podem dar errado, assim, de uma vez? Quando penso em tudo isso, dá vontade de dizer "Adeus, mundo cruel". Vontade de gritar. Vontade de falar um monte, várias vezes. Vontade de falar tudo que eu sei que não devo falar, porque sei que estou errada, só pra desabafar. Mas acho que ninguém ia ouvir. Fim.

E quer saber?

Tinha esquecido o quanto me faz bem escrever. Esquecido que quando não houver mais ninguém pra me escutar, e quando eu já tiver dito tudo o que me importa, posso escrever, só pra reforçar a idéia. Me empolguei agora! (seguuura!!) Enquanto estava aqui, esperando e pensando, refleti sobre tudo o que não quero ser. Não quero ser nada além de mim. Não quero agradar ninguém se isso me desagradar! Não quero compartilhar coisas no facebook para que as pessoas achem que sou alguma coisa. Não quero ser diferente em cada lugar. Não quero parecer ser nada que não sou. Não quero que me julguem por eu não me importar em fazer coisas que a maioria não faria. Não quero que me definam. Não quero que sorriam pra mim enquanto estou perto e, assim que me afastar, se esqueçam de quem eu sou. Não quero ter muitos amigos, quero poucos que fazem valer a pena. Não quero ser esquecida, quero fazer história. Não quero me importar se alguém disser alguma coisa ruim a meu respeito. Não quero, entendeu?? Aí, ...

Toda ouvidos....

Existe uma diferença enorme entre ouvir e escutar! Quem ouve , ouve qualquer coisa, sons, barulhos, vozes... Tudo! É aquela história, do "entra por um ouvido e sai pelo outro". Quem escuta presta atenção, se dispõe a ouvir. Não esquece. Guarda na memória. As pessoas geralmente ouvem. Mas não é suficiente pra mim. Não pra mim.... Quero que me escutem! Quero que me entendam. Quero ser diferente, simples assim! E essa busca por ser compreendida, está me levando pra onde?  As pessoas são assim. A vida é assim. Só escutamos o que nos convém. Isso me irrita... (Preciso colocar isso na lista!!!) E quando penso nisso, acho que talvez eu não esteja escutando tanto quanto penso. Tenso isso!  Por isso eu digo que a palavra escrita é melhor do que a falada. Você pode reler quando não entender. E ler novamente, pra conseguir entender o que não está "escrito", o que está nas entrelinhas.  Além disso, falar é muito fácil. Acho mesmo que falo até demais... Meu "...
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Eu sinto... só isso. É mais forte que eu. Sentir é bom, mas só de vez em quando, só quando o sentimento é bonito. Saudade não é um sentimento bom. Pelo menos não na maioria das vezes. Saudade é triste e feio. E deixa a gente triste e feio. E o coração fica apertadinho. Mas de vez em quando é necessário ter vontade de estar perto. O ruim mesmo é quando não se pode. Tô com sintomas de saudade, tô pensando em vocêee.... ♪ Não devia poder ter saudade, né?