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E quer saber?

Tinha esquecido o quanto me faz bem escrever. Esquecido que quando não houver mais ninguém pra me escutar, e quando eu já tiver dito tudo o que me importa, posso escrever, só pra reforçar a idéia. Me empolguei agora! (seguuura!!) Enquanto estava aqui, esperando e pensando, refleti sobre tudo o que não quero ser. Não quero ser nada além de mim. Não quero agradar ninguém se isso me desagradar! Não quero compartilhar coisas no facebook para que as pessoas achem que sou alguma coisa. Não quero ser diferente em cada lugar. Não quero parecer ser nada que não sou. Não quero que me julguem por eu não me importar em fazer coisas que a maioria não faria. Não quero que me definam. Não quero que sorriam pra mim enquanto estou perto e, assim que me afastar, se esqueçam de quem eu sou. Não quero ter muitos amigos, quero poucos que fazem valer a pena. Não quero ser esquecida, quero fazer história. Não quero me importar se alguém disser alguma coisa ruim a meu respeito. Não quero, entendeu?? Aí, ...

Toda ouvidos....

Existe uma diferença enorme entre ouvir e escutar! Quem ouve , ouve qualquer coisa, sons, barulhos, vozes... Tudo! É aquela história, do "entra por um ouvido e sai pelo outro". Quem escuta presta atenção, se dispõe a ouvir. Não esquece. Guarda na memória. As pessoas geralmente ouvem. Mas não é suficiente pra mim. Não pra mim.... Quero que me escutem! Quero que me entendam. Quero ser diferente, simples assim! E essa busca por ser compreendida, está me levando pra onde?  As pessoas são assim. A vida é assim. Só escutamos o que nos convém. Isso me irrita... (Preciso colocar isso na lista!!!) E quando penso nisso, acho que talvez eu não esteja escutando tanto quanto penso. Tenso isso!  Por isso eu digo que a palavra escrita é melhor do que a falada. Você pode reler quando não entender. E ler novamente, pra conseguir entender o que não está "escrito", o que está nas entrelinhas.  Além disso, falar é muito fácil. Acho mesmo que falo até demais... Meu "...
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Eu sinto... só isso. É mais forte que eu. Sentir é bom, mas só de vez em quando, só quando o sentimento é bonito. Saudade não é um sentimento bom. Pelo menos não na maioria das vezes. Saudade é triste e feio. E deixa a gente triste e feio. E o coração fica apertadinho. Mas de vez em quando é necessário ter vontade de estar perto. O ruim mesmo é quando não se pode. Tô com sintomas de saudade, tô pensando em vocêee.... ♪ Não devia poder ter saudade, né?

Um pouco cansada disso tudo.

Você passa por vários momentos na vida. Todos eles diferentes em si, mas começo a pensar que exista uma relação estranha entre tudo isso. Parece que é uma coisa meio cíclica, se é que essa expressão existe. De repente você para pra pensar e sente a necessidade de mudanças. Fica triste, luta por isso. Depois de muito correr atrás alcança seu objetivo. Só que em seguida você sente necessidade de mudar, fica triste, luta e assim por diante. E aí, um dia, quando você acha que tudo está bem, se depara com uma coisa que te aterroriza. Parece que não importa quanto tempo demore, nem onde, nem como, nem porque. Vai ser sempre assim. Gostaria de acreditar que pode ser diferente, mas quando começo a acreditar nisso, o ciclo começa novamente do início. Talvez a mudança necessária seja em mim, na forma como eu penso e, consequentemente, na forma como me sinto. Por enquanto, parece tudo igual em mim e no mundo que me cerca. Logo menos chego na parte de alcançar meus objetivos para que...

No colo :)

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Pra você, que lê esse blog, essa postagem vai ser um pouco estranha... Mesmo assim, peço que leia até o final. Espero que essa história possa tocar o seu coração da mesma forma que tocou o meu. Todos os dias, vou e volto de trem para o trabalho. No horário de pico os trens são muito lotados. Se para nós, adultos (ou quase :P) já é incomodo, imagine como deve ser para um bebê, que, apesar de estar no colo de quem quer que seja, pode sentir as pessoas muito próximas e um calorão daqueles, sem ao menos poder entender o que está acontecendo. Em um desses dias, voltando para casa de trem, fazia um calor bem típico de verão, apesar de estarmos em pleno inverno. Minha pressão costuma cair quando faz muito calor. Como estava sentada, encostei minha cabeça na janela do trem e fechei os meus olhos, pensando em dormir um pouco durante o caminho. Em meio a uma multidão de pessoas, ouvi bem baixinho o choro de um bebê. Quem me conhece sabe como sou com crianças. Perdi o sono no mesmo instante. ...

Daí....

Daí que sempre que eu quero mostrar que sou forte, tenho vontade de chorar. Que sempre que tento impressionar, tropeço no meio do caminho e saio rindo feito boba. Que às vezes, quero tanto que no fim perde a graça. Daí eu tenho ciúmes dos meus amigos. Quero estar sempre perto, quero que saibam que podem contar comigo, mesmo que nem sempre eu possa contar com todos eles. Daí eu sou desastrada. Falo na hora errada, derrubo coisas no chão. (Né que eu nem me importo?? rs) Daí eu entendo tudo errado... Crio um mundo só pra mim. Invento histórias, crises, amores. E depois venho pro blog despejar minhas ideias num post. Daí eu abandono o blog. E, do nada, me dá uma vontade tão, mas tão grande de escrever, que eu nem ligo de estar falando assim, tão abertamente :)